Nossa pesquisa de mercado nos levou a diversos níveis da escala produtiva e de consumo agropecuários
-BNDES desembolsou para o setor agroindustrial:
-R$ 25,2 bilhões em 2009 (aumento de 16% em relação a 2008)
-Desse total, 44% destinado a agropecuária
-R$ 219 milhões para o Programa de Estímulo à produção Agropecuária Sustentável (PRODUSA)
- Esses dados nos trazem muitas novidades. O mercado agropecuário recebe investimentos consideráveis do BNDES.
-Crescimento das vendas de defensivos agrícolas no Brasil(produto comercial em toneladas):
-em torno de 420.000 t em 2004
-em torno de 450.000 t em 2005
-em torno de 440.000 t em 2006
-em torno de 680.000 t em 2007
-em torno de 750.000 t em 2008
-em torno de 800.000 t em 2009
-Crescimento das vendas de defensivos agrícolas no Brasil (ingrediente ativo em toneladas)
-em torno de 200.000 t em 2004
-em torno de 210.000 t em 2005
-em torno de 220.000 t em 2006
-em torno de 290.000 t em 2007
-em torno de 295.000 t em 2008
-em torno de 310.000 t em 2009
Esses dados nos mostram que, tanto o mercado para o produto final, vendido para o produtor, quanto o mercado para o princípio ativo, vendido para indústrias de produção, são mercados que crescem consideravelmente, e portanto, mesmo que não tenhamos um produto pronto, ainda assim, há potencial e procura por essa forma de entrega do produto - transferência de tecnologia do princípio ativo.
-Participação das classes de defensivos agrícolas na quantidade vendida (t):
-Herbicidas: 59,2 %
-Inseticidas: 19 %
-Fungicidas:12,4 %
-Acaricidas: 1,7 %
-Outros: 7,7 %
- Faturamento do mercado brasileiro de defensivos agrícolas:
-2005: US$ 4.243.748.000
-2006: US$ 3.920.000.000
-2007: US$ 5.372.000.000
-2008: US$ 7.125.000.000
-2009: US$ 6.559.000.000
- Desse total faturado pelos defensivos agrícolas, a classe de herbicidas representa a maior parte das vendas, sendo responsável por 37,8 % do faturamento total, o que corresponde a aproximadamente US$ 2,5 bilhões. Essa informação, aliada ao conhecimento que obtivemos na pesquisa de campo, de que não existem herbicidas biológicos atualmente no mercado brasileiro, fazem desse um nicho promissor.
Obs.: ATENÇÃO INOVA, nosso cliente, um engenheiro agrônomo experiente no mercado de herbicidas e legislação dos mesmos, nos alertou que, perante a lei brasileira, não existe o termo "Bioherbicida".
- Legislação da União Européia para entrada de defensivos:
- Diretiva européia de 2009 baniu 72% dos herbicidas utilizados na cultura do café, registrados no Brasil, devido em parte à toxicidade apresentada por estes.
- Essa informação nos direciona para o seguinte raciocínio: "Em sua maioria, herbicidas biológicos são menos tóxicos do que os quimicamente sintetizados, e não existe um único herbicida biológico sendo produzido no mundo, apenas um único em fase de registro, no mercado americano, portanto ter um produto desses, além de ter pouco/nenhum concorrente, poderá aumentar exportações para um importantíssimo mercado, o europeu".
"Descobrir é ver o que os outros viram, e pensar o que nenhum outro pensou" (Albert Szent-Gyorgyi, Nobel de Fisiologia 1937)
Obs.: Espero que tenham gostado das informações de nosso blog
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